A modernização na gestão dos clubes hípicos pelo Brasil tem gerado resultados fantásticos não apenas dentro das pistas de salto, mas também no meio ambiente e nas finanças das instituições. Em um movimento que une tradição e visão de futuro, diversas Sociedades Hípicas estão adotando práticas robustas de ESG (Ambiental, Social e Governança).
Um grande exemplo recente é o movimento de migração de grandes clubes para o Mercado Livre de Energia e a instalação de painéis fotovoltaicos nas extensas áreas de telhado das cocheiras e pavilhões. Adotando essa estratégia, clubes centenários têm conseguido uma economia que varia entre 30% e 40% na conta de luz mensal.
Reinvestimento direto no esporte
Os recursos que antes eram destinados ao pagamento de altas faturas de energia elétrica agora possuem um novo destino: o próprio esporte. Diretorias financeiras relatam que a economia gerada está sendo diretamente reinvestida na manutenção de excelência das cocheiras, na compra de areia sílica de alta qualidade para as pistas e na ampliação do conforto para sócios e atletas.
“A sustentabilidade deixou de ser apenas um projeto no papel e se tornou uma ferramenta de gestão indispensável. O esporte equestre exige uma estrutura grandiosa, e torná-la autossuficiente é garantir o futuro do clube para as próximas gerações.”
Além da energia, sistemas de captação de água da chuva para a irrigação das pistas e lavagem das baias também já são uma realidade em diversos centros equestres, provando que o respeito à natureza é um valor fundamental na cultura do hipismo nacional.




